terça-feira, 13 de agosto de 2013

PASUSP / INCLUSP / PPI


Verifique na tabela abaixo os bônus concedidos pelo PASUSP , INCLUSP e PPI



Os participantes do PASUSP também são beneficiados com a isenção de taxa do vestibular da Fuvest.
A pontuação máxima é concedida se o aluno alcançar 60 dos 90 pontos na primeira fase da Fuvest
Se o candidato obter menos que 40 pontos nenhum bônus é concedido
Os estudantes que se inscreveram no PASUSP devem também fazer a inscrição no vestibular da Fuvest
Os candidatos que optarem por participar do INCLUSP ou PPI devem indicar essa opção na inscrição do vestibular
As inscrições para o vestibular 2014 da Fuvest serão entre 23 de agosto e 9 de setembro

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Pasusp - Inscreva-se até 18 de agosto



TRABALHO DE ESTATÍSTICA – 3ª SÉRIE – MANHÃ/2013



Leitura e resumo das págs 200 e 201 e cópia do texto da pág 208 (livro didático). Esta parte vale 2,5.
Pesquise imagem dos tipos de representação gráfica com título e fonte:
- linha
- barra ou coluna
- setores
- infográfico
- pictograma
e faça um breve resumo das informações contidas em cada um. Cada gráfico vale 1,5.

Entrega conforme o combinado com a professora da sala.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Atualidades: Papa Francisco no Brasil: Visita terá caráter estratégico para Igreja

Em sua primeira visita ao Brasil, o papa Francisco cumprirá uma das etapas mais importantes de sua missão de revigorar a imagem da Igreja Católica na América Latina, sobretudo diante da expansão do movimento evangélico na região.
O Brasil é o maior país católico do mundo, com 123,2 milhões de fieis (64,6% da população). Nas últimas décadas, porém, vem perdendo devotos para as igrejas evangélicas. De acordo com o censo do IBGE de 2010, o número de evangélicos aumentou 61% em 10 anos, enquanto a população católica retraiu, em duas décadas, 22%.
Contribuíram para isso o uso eficiente dos meios de comunicação eletrônicos pelas igrejas evangélicas e o trabalho de pastores nas periferias das cidades. A Igreja Católica, por seu turno, encontrou dificuldades para tratar questões contemporâneas como o aborto, o divórcio e o homossexualismo.
Além disso, o Vaticano envolveu-se em escândalos sexuais -- com clérigos acusados de pedofilia -- e de corrupção. A pressão da opinião pública foi um dos motivos que levaram o papa emérito Bento XVI a renunciar em 11 de fevereiro, surpreendendo o mundo cristão. Foi o primeiro papa a abdicar do cargo desde 1415.
Em 13 de março, o Conclave escolheu o jesuíta argentino Jorge Mario Bergoglio (que adotou o nome de Francisco) como substituto de Bento XVI.
A escolha do primeiro papa latino-americano da história não foi por acaso: a América Latina, que concentra 45% dos católicos no mundo, é vista por Roma como uma base estratégica para a superação da crise do catolicismo na Europa.
Juventude
Bento XVI esteve no Brasil em 2007. Já em sua primeira viagem, o papa Francisco participa da Jornada Mundial da Juventude, evento religioso que reúne cerca de 2,5 milhões de católicos no Rio de Janeiro, entre 23 e 28 de julho.
O encontro acontece a cada três anos, mas foi antecipado para não coincidir com a Copa do Mundo de 2014. O último foi realizado em 2011, em Madri, na Espanha. Durante o evento no Brasil são realizadas missas, palestras, shows e outras atividades religiosas.
O maior encontro internacional de jovens católicos foi criado pelo papa João Paulo II em 1984. A primeira edição aconteceu em Roma, dois anos depois. Contudo, a preocupação da Igreja Católica com os jovens é mais antiga. Ela data do Concílio do Vaticano II, de 1965, período de agitações culturais, políticas e comportamentais.
Na década de 80, o Vaticano percebeu que essa revolução nos costumes afastava os jovens da vida católica e da vocação eclesiástica. Como efeito, caía o número de sacerdotes ao passo que crescia a quantidade de adolescentes que se desligavam da tradição religiosa.
Por isso, os encontros com o papa serviriam como uma “vitrine” do Catolicismo, de forma a revigorar a fé católica entre os mais jovens.
Corrupção
Até agora, o papa Francisco exerceu um pontificado discreto, sem muitas mudanças ou polêmicas.
Seus primeiros atos foram administrativos e tiveram repercussão interna na igreja. Ele nomeou comissões especiais para investigar desvios de dinheiro do Banco do Vaticano e para trocar o comando da Cúria Romana, órgão administrativo da Santa Sé que é alvo de denúncias de corrupção, nepotismo e abusos de poder.
As supostas irregularidades tornaram-se públicas com a divulgação de documentos secretos do Vaticano, no ano passado, no escândalo que ficou conhecido como Vatileaks (em referência ao Wikileaks).
 No começo de julho, o diretor-geral do Banco do Vaticano renunciou ao cargo devido às investigações da Justiça, três dias após a prisão de um clérigo que era contador na Cúria.
Na esfera religiosa, o papa assinou, no começo de julho, o decreto de canonização de dois papas considerados importantes na história moderna do Catolicismo: João Paulo II e João XXIII, que serão santos por conta de milagres atribuídos a eles.
Uma das características do papa Francisco é o despojamento e a popularidade. Ele abriu mão de privilégios, vive em um apartamento comum, pagou as contas do hotel onde se hospedou durante o Conclave em Roma e, em comunicado oficial, admitiu os próprios pecados. Ele também demonstra maior contato físico com os fieis durante suas aparições públicas.
No Brasil, o papa encontrará um país ainda agitado por uma recente onda de protestos políticos, mas não uma igreja dividida por conflitos, como os que marcaram a oposição do Vaticano às doutrinas social-cristãs na época da ditadura. Mesmo tendo a tarefa de divulgar o Catolicismo em uma nação que gradualmente perde adeptos, o tom será conciliador.

Fique Ligado

Para o estudante secundarista e o vestibulando, a visita do papa Francisco é um gancho para tratar de questões históricas relaciondas ao cristianismo e à igreja católica. É um convite ao estudo desses temas pela perspectiva da história geral. Como complemento, vale conhecer o que dizem os estudos históricos sobre Jesus Cristo, por uma perspectiva laica.
 
 
 
 

Direto ao ponto

Em sua primeira viagem ao Brasil, o papa Francisco participa da Jornada Mundial da Juventude, evento religioso que reúne cerca de 2,5 milhões de católicos no Rio de Janeiro, entre 23 e 28 de julho. O cardeal argentino foi eleito em 13 de março após a renúncia do papa Bento XVI.
 
O encontro acontece a cada três anos, mas foi antecipado pra não coincidir com a Copa do Mundo de 2014. O último foi realizado em 2011, em Madri, na Espanha.
 
O maior encontro internacional de jovens católicos foi criado pelo papa João Paulo II em 1984. A primeira edição aconteceu em Roma, dois anos depois. O objetivo é atrair jovens para a fé católica, em meio a um processo de descristianização na Europa e de crescimento de igrejas evangélicas na América Latina.
 
O Brasil é o maior país católico do mundo, com 123,2 milhões de fieis. Nas últimas décadas, porém, vem perdendo o número de devotos para as igrejas evangélicas. De acordo com dados do IBGE de 2010, o número de evangélicos aumentou 61% em 10 anos, enquanto a população católica retraiu 22% em duas décadas.

José Renato Salatiel* é jornalista e professor

Atualidades: Reforma política: Acontecimentos podem fazê-la sair do papel


A presidente Dilma Rousseff, com ministros e políticos da base aliada, em reunião que discutiu o plebiscito sobre a reforma política

Desde os anos 1990 é discutida a necessidade de se fazer mudanças na política brasileira, cujo modelo vigente favorece a corrupção, a troca de favores (fisiologismo) e outras práticas que enfraquecem a democracia. Contudo, projetos que contrariam interesses de congressistas e governantes fizeram com que a reforma fosse sempre adiada.


A última alteração no sistema eleitoral foi uma emenda constitucional, editada em 1997, que permitiu a reeleição para cargos do Executivo. Os protestos ocorridos em junho, no entanto, provocaram uma crise na representatividade política. Os manifestantes recusaram o vínculo com partidos e se queixaram da corrupção no país.

Outro efeito político desse movimento foi a queda de aprovação da presidente Dilma. Uma pesquisa do Datafolha mostrou que sua popularidade caiu de 57% para 30% em apenas três semanas. É a pior taxa de rejeição desde o governo do presidente Fernando Collor de Melo (1990-1992). Por isso, a presidente propôs indagar os eleitores sobre pontos de uma reforma política por meio de um plebiscito.

A Constituição brasileira prevê duas formas de consulta popular: o plebiscito e o referendo. No primeiro, a população é inquirida antes que leis sejam votadas no Legislativo; no segundo, o povo decide se aprova ou não uma lei elaborada pelos deputados e senadores. O último plebiscito foi realizado em dezembro de 2011, sobre a divisão do Estado do Pará.

De acordo com a proposta do Planalto, os brasileiros responderão perguntas sobre cinco tópicos: financiamento de campanha; sistema de eleição de deputados e vereadores; suplência de senadores; coligações partidárias e fim do voto secreto no Congresso. Os legisladores definirão as perguntas, e caberá ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a organização do plebiscito.

Depois, o resultado norteará os deputados a comporem projetos de mudanças na legislação eleitoral e de emendas constitucionais que permitam modernizar o modo como o brasileiro elege seus governantes. Contudo, dificilmente haverá tempo para que as novas regras entrem em vigor nas eleições de 2014 e a ideia já parece estar sepultada. Mesmo que o plebiscito não ocorra, os pontos acima apontados devem estar na pauta de uma reforma política levada adiante pelo Congresso.

Enéias e Tiririca

Um dos pontos diz respeito ao financiamento de campanhas eleitorais. Hoje, a verba tem duas origens: uma parte do dinheiro provém do fundo partidário (ou seja, é público) e outra, de doações privadas. Defende-se, ao contrário, que o financiamento seja público, isto é, que as campanhas sejam subsidiadas pelo Estado, restringindo ou proibindo a doação de empresas. Isso evitaria, segundo os defensores da medida, que políticos eleitos prestem contas a interesses privados.

Um segundo item, mais complexo, envolve o chamado sistema proporcional, que elege deputados e vereadores. Nesse método, primeiro calcula-se o quociente eleitoral, dividindo o número de vagas pelo número de votos válidos. Em seguida, esse número é dividido pela quantidade de votos recebidos pelos partidos (quociente partidário), resultando no número de vagas que a legenda tem direito. As cadeiras serão ocupadas pelos candidatos mais bem colocados na lista.

O problema é que esse sistema favorece a eleição de candidatos inexpressivos. Em 2002, quando Enéias foi eleito deputado, levou para a Câmara outros cinco candidatos do extinto Prona. Em 2010 foi a vez do palhaço Tiririca eleger outros três políticos da mesma coligação, graças à quantidade recorde de votos que recebeu.

Como alternativa, é sugerido o voto distrital. Por meio dele, o país seria dividido em distritos e cada um elegeria seus representantes, por maioria absoluta e de acordo com o número de vagas nas Câmaras. Tal sistema, em vigor no Brasil até 1930, fortaleceria o vínculo do político eleito com seu distrito.

Voto secreto

Outras mudanças são mais polêmicas, como o fim da suplência de senadores. Os suplentes são candidatos que não receberam um único voto. Eles são escolhidos para figurar na mesma chapa do candidato a senador e conquistam uma vaga quando o titular deixa o posto. Isso acontece, por exemplo, quando o político eleito deixa o cargo para assumir a pasta em um Ministério. Calcula-se que 20% do Senado seja composto por suplentes.

As coligações entre partidos, que atendem menos a questões ideológicas do que pragmáticas, também estarão no foco da reforma. Atualmente, para conseguir um tempo maior de propaganda no horário eleitoral na TV, alguns partidos se aliam a menores, criando, nos Estados, coligações diferentes daquelas firmadas em nível Federal.

Por fim, o voto secreto na Câmara dos Deputados e no Senado poderá ser extinto. Ele é garantido pela Constituição em votações para, por exemplo, decidir sobre a prisão ou perda de mandato de um político.

Provocado pelo plebiscito, senadores se adiantaram e aprovaram na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, no começo de julho, o projeto que determina o fim do voto secreto no Legislativo. O projeto segue agora para votação, mas deve sofrer alterações.

Fique Ligado

Para compreender melhor o significado de uma reforma política, é preciso conhecer a organização política brasileira. Na seção Cidadania, do UOL Educação, você encontra os elementos essenciais dessa ordem, como o que é cada um dos poderes da república, o que é voto proporcional e distrital, o que devem fazer um presidente, um governador, deputados e senadores, etc. Além disso, vale a pena ver ou relembrar as manifestações que deram início às discussões atuais sobre a reforma política, bem como resultados já produzidos pela "voz das ruas".

 

Direto ao ponto

A presidente Dilma Rousseff encaminhou ao Congresso a proposta de um plebiscito sobre a reforma política no país, um conjunto de propostas para melhorar o atual sistema eleitoral e político brasileiro. Independentemente do plebiscito, uma reforma política deverá ser levada a cabo pelo Congresso, atendendo as reivindicações expressas pelas manifestações populares de junho.
 
A última alteração no sistema eleitoral foi uma emenda constitucional, editada em 1997, que permitiu a reeleição em cargos do Executivo. A reforma, desta vez, é motivada pela pressão das ruas e a queda da popularidade da presidente.
 
São cinco os tópicos principais que deverão ser debatidos para a reforma: financiamento de campanha; sistema de eleição de deputados e vereadores; suplência no Senado; coligações partidárias e fim do voto secreto no Congresso. As alterações visam inibir práticas como a corrupção e a troca de favores políticos. 

 
José Renato Salatiel*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação

12/07/201306h57

quarta-feira, 17 de julho de 2013

UFLA cria curso de Medicina e mais quatro de Engenharia

 

Cursos estão previstos para o segundo semestre de 2014 e seleção será pelo Enem.A Universidade Federal de Lavras

(UFLA) anunciou nesta sexta-feira, 12 de julho, a criação de cinco cursos: Medicina, Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Engenharia de Materiais. Os novos cursos terão início no segundo semestre de 2014.

Cada um dos quatro cursos de Engenharia oferecerão 80 vagas anuais, enquanto Medicina ofertará 60 vagas. Para ingressar nas primeiras turmas dos cursos é preciso fazer a edição de 2013 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cujas inscrições já encerraram.
A implantação do curso de Medicina faz parte do programa “Mais Médicos para o Brasil”, que prevê a ampliação de 3.615 vagas em cursos de Medicina em universidades federais do País até 2017. A motivação para a criação dos cursos de Engenharia surgiu da carência de profissionais da área no Brasil.
Nos últimos nove anos, a UFLA saltou de 10 cursos ofertados em 2004, para 30 cursos em 2013, dos quais, 24 presenciais e seis na modalidade a distância. Juntos, esses cursos beneficiam cerca de nove mil estudantes. A universidade vai receber R$ 39 milhões do Governo Federal para infraestrutura e compra de equipamentos para os novos cursos.

Justiça determina que ITA divulgue notas dos candidatos

A partir do Vestibular 2014, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) terá que divulgar as notas individuais parciais e finais dos candidatos em cada um dos exames, assim como a classificação final dos aprovados, acompanhada das respectivas notas e dos critérios de desempate.

A determinação é do juiz federal Samuel de Castro Barbosa Melo, substituto da 2ª Vara Federal em São José dos Campos/SP. Para o juiz, é dever da Administração conferir aos seus atos a mais ampla divulgação possível: “é possível verificar que o concurso vestibular do ITA, da forma como tem se apresentado, contém fortes indícios de lesão ao princípio constitucional da publicidade”.

O magistrado também determinou que o Edital do Vestibular 2014, previsto para o final de julho, discrimine a maneira com que as notas serão divulgadas. No caso de descumprimento, Samuel Melo fixou multa no valor de R$ 10 mil, além do reitor do ITA responder pelo crime de desobediência.

No ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) já havia entregado uma recomendação ao ITA orientando sobre uma maior transparência no seu Concurso de Admissão, dando ampla publicidade de todas as notas e dos critérios da classificação final. Contudo, o MPF afirma que a recomendação não foi posta em prática.

O ITA ainda não se pronunciou sobre a determinação. As inscrições para o Vestibular 2014 abrem no dia 1º de agosto e serão encerradas em 15 de setembro. Os exames estão agendados para os dias 10, 11, 12 e 13 de dezembro.

fonte: vestibular Brasil escola